Naquela noite, o céu se inclinou sobre a Cracolândia de Belo Horizonte.
Em meio à dor, à dependência e ao esquecimento, o Natal se fez presente — sem templos, sem palácios, mas com o sagrado se manifestando na rua, no encontro, no gesto.
Ali, onde muitos veem apenas caos, Deus passou em forma de abraço, pão repartido, escuta sem pressa e olhar cheio de graça. Muitos foram surpreendidos por algo raro: se sentirem amados.
O nascimento de Jesus foi lembrado como uma realidade viva — como naquela primeira noite em Belém, Ele nasceu entre os rejeitados.
Na Cracolândia, Jesus nasceu outra vez — no meio da rua, no coração de cada um.
Foram distribuídos:
300 hambúrgueres
300 chocolates
300 presentes
50 litros de refrigerante
Gratidão a cada um que orou, ofertou, participou ou serviu!
Vocês foram resposta de Deus.
“Liberte os que estão sendo levados para a morte; socorra os que caminham trêmulos para a matança.”
Provérbios 24.11





